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Aromas e Gostos da Degustação

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Numa degustação, a maior dificuldade é determinar sabores e aromas do vinho, isto é, as qualidades olfativas e gustativas. Nem todas as pessoas têm a mesma sensibilidade nesse campo, e a maior dificuldade de todas é que não podemos saber realmente o que outra pessoa sente. Os sentidos do gosto e do olfato são pessoais e intransferíveis. Eles pertencem àquela categoria de sentidos que os filósofos consideravam (até recentemente) como inferiores em contraponto à visão e ao ouvido, os sentidos excelentes, porque por meio deles podemos “ver” a arte e “ouvir” a música, manifestações artísticas por excelência. Desde Aristóteles, muito foi escrito sobre esse assunto que foge, porém, do tema deste livro. Mas para aprendermos a degustar, é muito importante que saibamos “cheirar” e “saborear”. Essa atividade não é tão simples quanto possa parecer num primeiro momento, embora seja instintiva para todos nós. Confira mais informações como essa no livro  Harmonização: como combinar...

Uma imersão enogastronômica pelas Américas

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Seguindo a tradição dos Circuitos Enogastronômicos, a Boccati  desenvolve a quinta edição do evento com o tema América. Na noite de 28 de outubro, a Boccati realizará o Circuito Enogastronômico América em sua adega subterrânea. Serão onze mesas com mais de 60 rótulos dos principais países produtores de vinhos do continente: Argentina, Brasil, Chile, Estados Unidos e Uruguai.  Entre os destaques para degustação estarão: Cave Geisse Brut Nature (Brasil), Chandon Passion (Brasil), Ironstone Cabernet Sauvignon (EUA), Pulenta Estate Malbec (Argentina) e Tarapacá Etiqueta Negra (Chile). Os vinhos e espumantes serão apresentados por um time experts da área: Aline Andreazza, Amanda Arbugeri, Gabriel Lourenço, Luciano da Rosa, Marco Salton, Renata Formolo, Rudinei Panizzi e Sandy Marina Corso. “É a oportunidade ideal para degustar alguns dos melhores vinhos da América aliados à gastronomia típica. Planejamos o quinto Circuito Enogastronômico da Boccati - depois de Itália, ...

Risoto com maçã e abobrinha

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Receita deliciosa da Paganini Gastronomia ! Ingredientes 2 maçãs verdes, sem semente e cortadas em fatias finas; Suco de 1 limão-siciliano; 2 colheres (sopa) de Azeite de Oliva Extravirgem Paganini*; 1 cebola grande, bem picada; 4 batatas médias, descascadas e cortadas em cubos pequenos; 3 abobrinhas médias, cortadas em cubos pequenos; 1 cenoura grande, cortada em cubos pequenos; 350g de Arroz Arbóreo Paganini*; 750ml de caldo fervente de legumes (caseiro ou em cubos); 1 colher (chá) de molho de soja escuro; 1 colher (chá) de curry em pó; 2 colheres (sopa) de endro picado + extra para decorar; Um punhado de fios de açafrão; Sal e pimenta-do-reino moída na hora. *Ingrediente pode ser encontrado na Boccati. Modo de Preparo Coloque as maçãs em uma tigela e regue-as com o suco de limão. Aqueça o Azeite Paganini em uma panela grande, em fogo médio. Refogue a cebola até ficar transparente, por 3-4 minutos. Adicione as batatas, as abobrinhas e a cenoura. Sal...

Grapa, bagaceira, marc, orujo!

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A grappa , do lombardo “grapa” ou do piemontês “rapa”, são nomes que designam o bagaço da uva. Essa bebida surgiu no século XVI, entre os vinicultores italianos. Dizia-se que era boa para esquentar as pessoas no inverno, graças ao seu alto teor alcoólico que varia entre 40% e 50%. É semelhante à nossa cachaça. É elaborada a partir do bagaço de uvas (cascas, sementes, polpa e engaços) remanescentes da prensagem, fermentado e destilado diretamente por vapor de água. Embora outros países também produzam essa bebida, só a italiana pode usar esse nome. Em Portugal recebe o nome de bagaceira; na França, é conhecida como marc; e, na Espanha, é chamada de orujo. Existem os seguintes tipos de grappa : Giovane: armazenada em tanques de aço inoxidável por seis meses, é incolor e concentra aromas e sabores da borra do vinho que foi destilado.  Invecchiata: envelhecida durante meses, ou até anos, em barricas de madeira, tornando-se suave e adquirindo a cor âmbar. Varietal: feita...

A rolha

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A rolha ou cortiça é feita da casca do sobreiro, cujo nome científico é Quercuz suber . Árvore muito verde e de crescimento demorado. Sua casca possui uma substância esponjosa, característica singular, que tem como finalidade proteger a planta. A maior produção do sobreiro concentra-se na Península Ibérica, sendo Portugal o país responsável pela metade da produção mundial, bem como pelas rolhas de melhor qualidade.  Como a cortiça incha quando entra em contato com o líquido da garrafa, tende a permanecer bastante firme no gargalo, atuando como perfeito isolante que raramente apodrece, chegando a durar de 10 a 80 anos. É possível saber se uma rolha apodreceu ao constatar que está quebradiça. Alguns grandes produtores trocam as rolhas de seus vinhos mais velhos a cada 25 anos e chegam a mandar seus especialistas fazerem o mesmo nas adegas de seus clientes.  Uma rolha normal de vinho tem 24mm de diâmetro para ser comprimida em 18mm de gargalo. Elas selam o vinho para evi...

Dica para utilizar flores comestíveis em suas receitas

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As flores comestíveis são excelentes para receitas da culinária. Elas podem ser utilizadas de diferentes formas: como moldes, para cozinhar, nas saladas, nos doces, em pratos principais e até em decorações. Veja aqui quais as flores que são seguras para o consumo e como utilizá-las. Onde usar as flores: Doce de flores: rosas açucaradas, lavanda e doce de violetas são os doces bastante saborosos; Sobremesaa: cheesecake, sorvete, torta, entre outros; Panificados: bolos, biscoitos e pães; Saladas: frutas e verduras. Pode-se adicionar nas geleias, vinagretes, açúcar e caldas; Decoração: bolos, guarnição e outros. Flores comuns na culinária: Lavanda: é boa para diversos usos na culinária, incluindo xaropes, sorvetes, chás, biscoitos, geleias, bolos, tortas, vinagretes, vinhos e etc; Capuchinha: são flores perenes, as principais para as saladas no verão. Elas são espécies fáceis de cultivar e proporcionam uma explosão de cor para a salada; Amor perfeito...

Licor, bebida especial!

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Muitas pessoas tem o hábito de tomar licor após as refeições; outras, apreciam como um bom aperitivo; e ainda há aqueles que estimam em qualquer momento. Enfim, é uma bebida que se adapta a vários gostos, inclusive pode ser encontrada em recheios de bombons finos. A descrição mais comum de licor é a de uma bebida doce, de alto teor alcoólico, tendo um teor que varia entre os 20% e os 28% em volume. Servido em pequenas taças, é ideal após as refeições, sendo também muito comum em bombons. Sua composição leva açúcar, xarope, álcool, além de frutas, plantas e ervas, que dão o sabor característico de cada bebida. Devido ao fato de serem obtidos através de produtos tradicionais, não é necessária a adição de corantes ou conservantes. Há, porém, outras definições da bebida. Para os franceses, o licor é simplesmente um digestivo. Entre os ingleses, é um drinque específico, feito à base de um destilado ao qual se adicionou, por infusão, maceração ou redestilação, raízes, cascas de ár...